(trabalho sobre foto tirada daqui)
Na aula passada, vimos como procurar beleza à nossa volta a fim de termos coisas positivas que podemos elogiar. Com a mesma finalidade (para facilitar o elogio), como encontrar beleza nas crianças?
- Há que procurarmos a beleza (por causa do viés da negatividade) e deixarmo-nos surpreender – desenvolvamos sentidos descobridores de belezas/coisas positivas.
- Descubramos o que há de belo, de bom, de interessante ou de simplesmente agradável na criança.
Não é assim tão difícil. Tenhamos em atenção que, na vida em geral, há muito mais coisas positivas do que negativas! Os aspetos e acontecimentos de vida positivos excedem os negativos – pensem no dia de hoje, por exemplo. Assim também as características e qualidades positivas das pessoas excedem as negativas – pensem numa pessoa próxima, por exemplo.
- Façamos uma lista (por escrito) com as qualidades da criança, para as termos presentes no nosso espírito quando a relação passa por um momento menos bom.
- Contemos diariamente 3 coisas boas que elas fizeram, agradeçamos e celebremos:
- Para ela se sentir recompensada e bem consigo própria.
- Para reforçarmos as coisas boas (nomeadamente, encorajamo-las assim a repetir os comportamentos bons).
- E para nós próprios nos sentirmos bem.
- Quando encontrarmos beleza, reparemos nela e dêmo-nos um tempo para a sentir. Deixemo-nos preencher com essas sensações. E, depois, valorizemo-las e verbalizemo-las.
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Referimos numa aula anterior que a criança apresenta três diferenças claras em relação ao adulto. Falámos da incapacidade tanto de ela se defender, como de fugir. A terceira diferença em relação ao adulto consiste no seu estado de absoluta vulnerabilidade psicológica, face às suas necessidades de crescimento e de desenvolvimento.
Quais serão essas necessidades da criança? Atenção, estamos a falar de necessidades autênticas e não de desejos ou de vontades! Vamos ver.
Vamos começar pelas necessidades do ser humano, em geral. E, pondo-nos no lugar da criança, perguntemo-nos se estaremos a proporcionar-lhe a satisfação dessas necessidades.
Vamos falar da "Pirâmide de Maslow" ou "Hierarquia das Necessidades de Maslow". Tratou-se de uma proposta de Abraham Maslow, fundador da Psicologia Humanista. É muito usada em contexto empresarial e de marketing, para obter comportamentos ótimos dos trabalhadores e dos clientes (consumidores).


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