Continuamos com os fatores pessoais que aumentam o risco da solidão.
Género feminino. Os cientistas pensam que pode haver várias razões para isto acontecer: uma maior expetativa de vida para as mulheres; ou “aparecem” mais nas investigações porque admitem mais facilmente a solidão; ou, em certos países, têm o hábito de frequentar menos os cafés.
Celibato (sem companheiro e sem filhos).
Casad@, mas não tem filhos. Ou os filhos passaram a pertencer a uma outra classe intelectual e social. Ou moram longe de onde a pessoa vive.
Divórcio, viuvez, e outras perdas de familiares e amigos, a que se pode acrescentar o viver sozinho. Há que procurar aumentar a sua rede social de suporte para compensar perdas.
Personalidade introvertida e tímida.
Baixa autoestima.
Por causa do declínio do seu estado físico e mental, sentimentos de vergonha, ou de fragilidade e de desamparo.
Suspeições e desconfianças sobre o que as pessoas podem querer de si, receando ser vítima de aproveitamento ou de abuso.
Instabilidade emocional ou má saúde mental:
- depressão,
- ansiedade (Winnicott: “a ansiedade mais antiga é aquela relativa a ser segurado de um modo inseguro”),
- vergonha
- e outras emoções negativas persistentes, (todas elas podem ser aliviadas com meditação e respiração tranquilizantes; ou recorrendo a um psicólogo).
Voltaremos ainda a este tema.
Uma ótima semana para tod@s!

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